sábado, 30 de abril de 2022
quinta-feira, 28 de abril de 2022
quinta-feira, 21 de abril de 2022
segunda-feira, 18 de abril de 2022
A água , a natação....
A água , a natação
Os elementos mais superinteressantes em redução são, portanto, a adaptação ao meio aquático e a iniciação a natação. Vamos nos ater então mais particularmente a esses aspectos e relataremos os conceitos atuais que vem confirmar a pertinência da abordagem dos reeducadores. Os trabalhos de Catteau, Azemar uma pedagogia liberal, a colocação em situação pertinente, determinando o comportamento adequado e personalizado de cada um, considerando, além disso, a importância considerável do papel da afetividade. Esses trabalhos vêm, portanto, apoiar a atitude dos reeducadores, mas eles lhes fornecem procedimentos pedagógicos novos que podem ser eventualmente utilizados.
A experiência de estudo longitudinal e determinar a ontogênese do desenvolvimento psicomotor observado no meio liquido. Eles puderam encontrar as diferentes etapas do desenvolvimento e mostrar por qual procedimento a crianças as súpera nesse meio particular, revelador das relações permitindo pôr em maior evidência o papel da afetividade, inclusive a passagem da motricidade holonecrótica para a atividade ideocinética. Azemar relata esta experiência que se desenvolve em uma piscina aquecida a 30c estando os pais presentes na água. De 0 a 3 meses — os autores encontraram o nado automático descrito por Mac Graw. Esse ajustamento neuromotor automático e inconsciente tem início quando a criança e colocada na água em posição ventral. Aparecem então os movimentos alternativos dos membros inferiores.
Com 4 ou 5 meses — Observa-se o desaparecimento desses movimentos arcaicos que dão lugar, durante vários meses, a movimentos descoordenados e simétricos do membro inferiores, já em relação com as reações afetivas de prazer ou de cólera. Entre 2 a 6 meses — a criança, com pequenas braçadeiras pneumáticas na parte superior dos braços, mantém-se posição dorsal e parece experimentar um prazer real na água. Por volta dos 6 meses, uma etapa essencial, onde Azemar insiste muito. Aparece o posicionamento vertical da cabeça, o que permite ao olhar manter sua horizontalidade durante as mobilizações do tronco. Azemar observou três estágios sucessivos.
Um segundo fenômeno e constatado a partir dos 6 meses e ele e caracterizado pelos esforços feitos pela criança para colocar todo o seu corpo em posição vertical. Assim que essa posição e alcançada ela permite utilizar as boias de flutuação circulares, permitido uma melhor visão do espaço próximo e mesmo longe da criança. Por volta dos 7 ou 8 meses, a criança aprende por tentativa e erro a se voltar em torno de seu eixo. Ela poderá se orientar segundo sua vontade em todas as direções que exigem seu olhar, ela consegue, portanto, voltar-se para sua mãe quando esta se encontra atrás dela. Por volta dos 9 ou 10 meses, reaparecem movimentos alternados dos membros inferiores que correspondem, dai em diante, a uma intenção de deslocamento, claramente indicada pela direção da expressão do olhar da criança.
O objetivo e um pequeno brinquedo flutuante, a mãe ou uma criança. Portanto, a autonomia e alcançada mais rapidamente no deslocamento na água do que em terra firme e a investigação do espaço se realiza mais cedo. Por volta dos 14 – 15 meses, o equilíbrio do corpo na água e suficiente para que a criança utilize simplesmente uma pequena boia com alguns blocos que serão retirados progressivamente.
A autentica autonomia na água sem boia ocorre por volta dos 20 – 24 meses, mas existem diferenças, dependendo das crianças, que vão dos 17 – 18 meses, ate 28 – 30 meses. Nesse estágio as nadadeiras são uteis, pois diminuem a fadiga e permitem as crianças deslocamento s mais eficazes, as coordenações lembrando as do crawl.
A seguir, a posição vertical do corpo torna-se horizontal e, por volta dos 3 anos, a criança nada horizontalmente com alternância de apneia e de endireita mento da cabeça, por volta dos 4 anos existe uma sincronização do movimento respiratório com os movimentos do nado.
E preciso mencionar também a imersão, pois essa faculdade de se lançar totalmente no elemento liquido também e adquirida por etapas, cuja cronologia varia de um indivíduo para outro e em função do hábito e da atitude que os pais têm em relação à água. No recém-nascido a imersão da boca e do nariz ocasiona uma apneia imediata e o reflexo glótico.
Desde as primeiras sessões, quando o lactente e mantido em posição dorsal, algumas ondas podem fazê-lo tossir, mas ele logo consegue se proteger delas. A partir dos 6 meses, propõe-se a criança, sentada à beira da piscina, deixa-se cair dentro da agua, onde sua mãe espera. Ela o faz rapidamente após um momento de surpresa, em seguida, ela age sozinha, saltado da posição sentada com facilidade, a seguir, em pê e, por fim, do escorregador, jogo favorito por volta dos 20 ou 24 meses. As etapas da imersão são utra passadas mais rapidamente, como vimos enquanto os pais estão mais à vontade na água e as etapas correspondentes a locomoção e a postura são mais bem adquiridas na proporção inversa da intervenção dos pais. Esse trabalho leva a criança a uma grande liberdade na água, a uma ausência de apreensão. Ele tem efeitos sobre a personalidade que se caracteriza sobre tudo pela existência de um comportamento ativo e uma certa audácia.
As crianças assumem riscos promocionais e geralmente abordam as dificuldades sem necessariamente recorrerem aos pais. Estes aprendem igualmente a não intervir a ‘priori’, portanto, um excelente treinamento. Para os deficientes mentais, mesmo os mais velhos, essa maneira de agir deve ser sempre utilizada em simultâneo, porque suscita situações motoras que vão se resolver por tentativa e erro de maneira aproximadamente global, o indivíduo ajustando seu comportamento ao objetivo desejado e também porque os problemas afetivos se liberarão com muita facilidade.
Azemar que lhe foram confiados que cada etapa característica no dominó do comportamento aquático ocasionou, por outro lado, progressos nas relações sociais, nas aprendizagens culturais e nos problemas afetivos. Após esse bem-estar no meio aquático ter sido alcançado, chega um momento em que a criança normal e a criança deficiente mental desejam aprender um nado.
Certamente, o efeito terapêutico resulta muito mais das diferentes etapas da adaptação a água, mas interessante responder ao desejo das crianças e lhes ensinar eventualmente um nado de tipo esportivo. A experiência de Cateu pode então ser bastante útil, utilizando situações pertinentes, a fim determinar na criança as coordenações necessárias. Como os americanos e certos reeducadores, ele utilizará desde o início a piscina profunda, mas sem boia. A parede da piscina será o novo espaço a explorar: a criança agarrada ao quebra-ondas, vai se deslocar ao longo deste, com as pernas ao longo da parede, executando um movimento de pedalarem, pois o movimento espontâneo que permite as crianças avançar. As dificuldades são introduzas pouco a pouco: mudança de braços, passagem da escada, mudança de direção ultrapassagem de um colega. Descida vertical ao longo da parede da piscina, a fim de explorar até o fundo.
Pouco a pouco, o corpo afasta-se da parede, fica em posição horizontal e a pedalarem espontânea aproxima-se de uma batida de pernas. Entao, na piscina rasa, são praticados o deslizamento e as coordenações alternadas, bracos-pernas na agua, lembrando os esquemas motores fundamentais do crawl, assim após pouco tempo, as crianças de 10 ou 12 anos são capazes de se afastar da parede e de avançar na agua.
O essencial, portanto, foi conseguido, bastara aperfeiçoar o movimento espontâneo fundamental. A essa iniciação segue-se o estudo dos nados: Coordenação – dissociação Controle respiratório ritmo; Estão são constantemente solicitados, mas o automatismo torna-se preponderantes, levando a execução de um movimento elegante, eficaz e adaptado. Esse estagio tem provavelmente menos interessa que a introdução na área da reeducação, todavia, ele não deve ser negligencia.
sábado, 16 de abril de 2022
sexta-feira, 15 de abril de 2022
Em muitas ocasiões, o Autismo...
Em muitas ocasiões, o Autismo, por nos tornar sensíveis à frustração, nos faz cair em episódios de ansiedade e depressão.
Infelizmente, o Autismo, na sociedade atual, anda de mãos dadas com esses dois ... é por isso que sempre os incluo nas hashtags ...
AUTISMO + ANSIEDADE + DEPRESSÃO.
É muito comum e geralmente ocorre mais em mulheres do que em homens.
Os homens são mais propensos a ter episódios longos, mas não contínuos, desses dois "sintomas" (porque os considero sintomas diretos de AUTISMO não tratado).
quarta-feira, 13 de abril de 2022
segunda-feira, 11 de abril de 2022
🧩 🧩 NATAÇÃO 🧩 🧩 A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NA ÁGUA....
— Primeiro Tempo — e preciso adaptar a criança a água, fazê-la esquecer o lado inquietante. Com essa finalidade, Shoebel propunha jogos na água pouco profunda, incluído eventualmente uma passagem da terra firme para a água, como brincadeiras de roda e perseguições, danças a beira de uma piscina pequena ou a beira-mar. Não se tratava, de maneira alguma, de gestos próprios a natação, Shoebel insistia muito nesse início de aprendizagem e nessa aquisição de confiança na água através desses jogos. Segundo tempo — Shoebel ensinava a submersão, o deslizamento e a flutuação, mas não as coordenações de um nado. A submersão, que coloca um problema respiratório preciso, inspiração rápida pela boca, expiração lenta pelo nariz e sob a água ou, pelo menos, nenhuma inspiração quando a cabeça está sob a água, e um excelente exercício de controle respiratório. O deslizamento efetuado graças ao deslocamento rápido perto da superfície da água, com o corpo em extensão após uma impulsão, permite dar confiança a criança, fazendo-a compreender que a água a sustenta e ela poder se deslocar. A aprendizagem da flutuação e mais difícil. Trata-se de fazer a criança o adulto compreender que não agir, o relaxamento, permite conservar a posição do corpo, conforme o princípio de Arquimedes, uma parte sob a água a outra obrigatoriamente fora da água, e, que não fazendo nada, não é possível se afogar. Esses princípios de Shoebel ainda são validos. Eles foram aperfeiçoados gracas ao reeducador, pedagogos e cientistas. Os reeducadores e certos educadores inclinaram-se, na verdade, a um liberalismo ainda maior, mesmo utilizando boias (Shoebel não as utilizava, querendo deixar ao indivíduo o máximo de iniciativa e de capacidade para tomar consciência da água, de seu corpo e de suas possibilidades de flutuar sem ajuda de outros). O reeducador deixam a criança agir, livre para pegar a boia, prendê-la ela mesma e entra na água. O papel dos reeducadores consiste em verificar se a boia está bem colocada e em estar presentes na água, de modo que as crianças venham ate eles. Eles são proteções, segurança, imagem paterna ou materna, talvez. Todas as crianças acabam, com maior ou menor rapidez por adquirir confiança para entrar na água. A água torna-se novamente prazer alegria e, desse modo, o essencial e atingindo. O controle do tono e o relaxamento são feitos automaticamente, provocados pela presença da água ajudam a perceber os limites do corpo. Associadas as mensagens sinestésicas, elas contribuem para a tomada de consciência do corpo e de sua unidade. A aprendizagem de uma técnica de natação e sua prática não tem o mesmo valor, mas acontecem em um dado momento que e o terceiro tempo. — Terceiro Tempo- A progressão. Shoebel só iniciava o ensino das coordenações quando o resto estava aprendido e durante o deslizamento ele introduzia as coordenações da braçada e do crawl sem ajuda particular. Alguns, como os americanos sob a influência de Conrad, preferem utilizar o crawl como nado fundamental, mais próximo, na verdade, dos movimentos automáticos efetuados pelas crianças assim que são colocadas na água. Outros, mais clássicos, continuam a ensinar a braçada cujas coordenações dissociadas são bastantes difíceis de aprender. A esse respeito, os reeducadores de enfermos motores contribuirão com observações de grande interesse e nos mostraram ha alguns anos que os gestos espontâneos das crianças que adquiriram confiança dentro da água levaram a coordenações que não poderiam evidentemente ser clássicas, mas permitiram a propulsão e o deslocamento. Os treinadores e o reeducadores de deficientes mentais, entre os quais Gamet, durante sua experiência, constataram que os resultados mais validos eram alcançados colocando as crianças, com uma boia, imediatamente dentro da piscina. Desse modo, essa criança não tinham de fazer o esforço de passar da posição em pe. Na água com apoio para a posição horizontal. Esse esforço de passar da posição em pé na água com apoio para a posição horizontal. Esse esforço, que Shoebel indicava para as crianças normais e que aumentava sua autonomia e autocontroel, não está ao alcance dos deficientes psíquicos, em geral. Colocados na água profunda, eles flutuam artificialmente gracas a boia e acabam por querer se deslocar, executando movimentos totalmente inesperados e que não se pensara em ensinar, permitindo o deslocamento e a propulsão, a alegria de viver na água e a confiança, confiança que se estende para além dos limites da piscina.


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