quinta-feira, 22 de julho de 2021

Espaço Mais Aula de Natação Adulta ..Benefícios da natação para adultos


 Benefícios da natação para adultos

  • Fortalecimento muscular;
  • Perda de peso;
  • Redução do risco de doenças;
  • Aumento da capacidade respiratória e cardiovascular;
  • Desenvolvimento da coordenação motora;
  • Melhoria da flexibilidade do corpo;
  • Alívio de estresse.

segunda-feira, 19 de julho de 2021

O QUE É EQUOTERAPIA.

 Equoterapia é um recurso terapêutico que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas da saúde, educação e equitação. O cavalo, com seu movimento tridimensional, atua na facilitação neuromuscular e sensorial, que associada ao vinculo afetivo estabelecido entre o paciente, o cavalo e o terapeuta, contribui para o desenvolvimento das atividades motoras, cognitivas, sensoriais, psicológicas e sociocomunicativas das pessoas com deficiências e/ou necessidades especiais.

Aqui na ASPAC, ajudamos inúmeros pacientes através da Equoterapia desde 2017. Possuimos uma equipe interdisciplinar com atuações nas áreas de Fisioterapia, Fonoaudiologia, Assistente Social, Equitador, Terapia Ocupacional (capacitada pelo método ABA, Análise do Comportamento Aplicada), e Psicopedagogia. Todos os nossos profissionais são capacitados em Equoterapia pela Associação Nacional de Equoterapia (ANDE – Brasil).


A Equoterapia é indicada para pessoas de todas as idades, que apresentam os seguintes quadros clínicos:

  • Lesões neuromotoras;
  • Paralisia cerebral;
  • AVE (AVC, derrame);
  • Traumatismo craniano encefálico;
  • Lesões medulares;
  • Síndromes diversas;
  • Doenças genéticas, neurológicas, ortopédicas, musculares e metabólicas;
  • Disfunções sensório-motora;
  • Transtorno da coordenação motora;
  • Distúrbios de linguagem, aprendizagem, comportamentais e emocionais;
  • TDAH, autismo, dislexia e outras dificuldades em leitura, escrita e raciocínio lógico matemático.



Como Funciona o Cérebro de um professor . Quem se identifica?


 

segunda-feira, 12 de julho de 2021

COMO OS AUTISTA LIDAM COM AS ATIVIDADES ESPORTIVAS.

 Muitos autistas tem dificuldade em realizar atividades esportivas rotineiramente. Existem muitos motivos que podem levar a isso, desde características biológicas até alterações sensoriais, como incômodo à sensação de suor, cheiros, dor física, etc.


Porém, quando essas barreiras são vencidas, o autista pode experimentar uma série de estímulos sociais, disciplina e trabalhar a ideia de superação e evolução pessoal. O profissional de Educação Física pode ajudar a encontrar o melhor treino para a criança ou jovem.
Resumindo: vale a pena nos esforçarmos para diminuir as barreiras e aderir a um estilo de vida saudável, pois é impossível pensarmos em saúde mental deixando de lado a saúde física.



Temple Grandin ...


 

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Se você deseja uma colheita em sua vida, uma coisa é certa: você não pode colher se não semear.⠀

 O que você tem semeado?

Sobre quais assuntos você tem falado?
Quais pessoas você tem ouvido?⠀

Semear é qualquer coisa que você dá. Pode ser tempo, dinheiro, recursos, fé, esperança, amor ou palavras.⠀

É preciso pensar sobre o que você fala!⠀
É preciso refletir sobre o que você ouve!⠀
É preciso amar os que você tem ao seu lado!

Quando você convive com pessoas que não semeiam o bem, então provavelmente você não está colhendo o bem.⠀

-> Fale o que você quer colher⠀
-> Esteja perto de pessoas que falam o que você quer colher.⠀
-> Persevere plantando coisas boas mesmo nos momentos mais difíceis. Não desista!
-> Ame quem você quer que floresça!

“Quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seu feixes…” (Sl. 126:6) 




quinta-feira, 1 de julho de 2021

O desenvolvimento do Autista por meio da psicomotricidade.

 


A psicomotricidade é uma ciência que envolve o desenvolvimento integrado de habilidades motoras associado aos aspectos emocionais e cognitivos, com a finalidade de melhorar e lapidar as expressões coordenadas dos movimentos do indivíduo durante uma atividade ou uma tarefa sequencial. 

Por definição, a psicomotricidade necessita de intervenções que prezam por uma  boa estruturação hierárquica de requisitos funcionais e pela participação global das funções cerebrais.  Neste sentido, a abordagem psicomotora pode ser uma forma de manejo muito interessante em crianças com Autismo, pois seu direcionamento vem de encontro às necessidades destas, as quais têm características evidentes de desestruturação sensorial, motora, na linguagem e na capacidade de perceber ambientes sociais, contextuais e correlacionar com a linguagem verbal ou não-verbal.

A falta de controle  pela criança  de seus impulsos, limites sociais, percepção de espaço de acordo com o contexto e com as demandas de terceiros, fazem com que as formas de se expressar pelo corpo fiquem muito prejudicadas e desorganizadas. O controle de seus movimentos depende de noção espacial, sensibilidade, interação com o meio e com o outro, sendo exatamente a capacidade de integrar estes elementos que define a eficácia de uma ação organizada e também a expressão de um desejo positivo ou negativo durante a  interação com os demais a sua volta.

psicomotricidade permite que a criança com Autismo possa adquirir o que lhe é mais caro e deficitário: apropriar-se de sua imagem e esquema corporal e  da consciência de seu corpo dentro de um ambiente ou de um contexto.  Para tal objetivo, é importante que se trabalhe com esta criança por meio de estratégias que a faça se auto-perceber e se inter-relacionar com os limites do meio. Atividades como rolar, pular, tocar, mudando de lado ou de posição (frente/atrás) fazem com que ela consiga, aos poucos, perceber os limites entre seu interno e seu externo.  Deve-se, a todo momento, manter o contato visual e ajudar a seguir comandos com mudança de tonalidade de voz, a fim de desenvolver a capacidade de agir, com finalidade de iniciar e terminar processos. É comum estes conhecimentos estarem associados aos métodos de integração sensorial, pois existem muitas intersecções e estratagemas em comum entre ambos.

Em relação às evidências científicas, ainda carecem trabalhos que comprovam a eficácia da psicomotricidade, mas clínicos e profissionais experientes vêm ressaltando seu papel na intervenção e remediação de alguns déficits muito comuns no Autismo, especialmente no que tange à coordenação motora e problemas sensoriais.

O envolvimento da família nestas atividades é fundamental e a mesma pode ser orientada a manter tais atividades em ambiente doméstico. Os cuidadores devem ser instruídos e orientados a entender os objetivos das intervenções e estimulados a ampliar a gama de estratégias nos mais diversos contextos. É salutar que o tratamento psicomotor seja conduzido dentro de uma abordagem interdisciplinar e associado a outras formas de intervenção, pois o desenvolvimento da linguagem, o tratamento de comorbidades e o suporte escolar acrescentam e auxiliam muito a generalizar os resultados do tratamento.


Autismo clássico. Os sinais clássicos.

 


Era a definição que melhor descrevia os indivíduos com problemas acentuados na comunicação, interação social e comportamentos repetitivos. Os sinais clássicos apontavam para o desenvolvimento atrasado na linguagem, alguns inclusive com a ausência completa da fala. Por outro lado, aqueles que conseguiam falar, não usavam a fala como ferramenta de comunicação.

Também era evidente a falta de linguagem não verbal, ou seja, gestos e comportamentos que demonstrassem suas necessidades, desejos ou que pudessem sinalizar alguma iniciativa de interação social. Para dar alguns exemplos, podemos citar a ausência de comportamentos como: apontar para os objetos de desejo, mandar beijos, dar tchau e etc. ³

Dentro dessa perspectiva de entendimento da condição, os especialistas consideravam que o grau de comprometimento poderia variar muito, mas que de modo geral, os indivíduos eram voltados para si mesmos e estabeleciam pouco contato visual com outras pessoas. Muitos deles conviviam com movimentos estereotipados do tipo balançar ou bater as mãos. Eles normalmente também apresentavam um grau de deficiência intelectual. 4


O QUE É AUTISMO? Saiba a definição do Transtorno do Espectro do Autismo.



 O autismo — nome técnico oficial: Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) — é uma condição de saúde caracterizada por déficit na comunicação social (socialização e comunicação verbal e não verbal) e comportamento (interesse restrito e movimentos repetitivos). Não há só um, mas muitos subtipos do transtorno. Tão abrangente que se usa o termo “espectro”, pelos vários níveis de suporte que necessitam — há desde pessoas com condições associadas (cocorrências), como defi ciência intelectual e epilepsia, até pessoas independentes, que levam uma vida comum. Algumas nem sabem que são autistas, pois jamais tiveram diagnóstico. As causas do autismo são majoritariamente genéticas. Confirmando estudos recentes anteriores, um trabalho científico de 2019 demonstrou que fatores genéticos são os mais importantes na determinação das causas (estimados entre 97% e 99%, sendo 81% hereditário — e ligados a quase mil genes), além de fatores ambientais (de 1% a 3%) ainda controversos, que também podem estar associados como, por exemplo, a idade paterna avançada ou o uso de ácido valpróico na gravidez. Existem atualmente 1.003 genes já mapeados e implicados como possíveis fatores de risco para o transtorno — sendo 102 genes os principais. Tratamento e sinais Alguns sinais de autismo já podem aparecer a partir de um ano e meio de idade, e mesmo antes, em casos mais graves. Há uma grande importância em iniciar o tratamento o quanto antes — mesmo que seja apenas uma suspeita clínica, ainda sem diagnóstico fechado —, pois quanto mais cedo começarem as intervenções, maiores serão as possibilidades de melhorar a qualidade de vida da pessoa. O tratamento psicológico com maior evidência de efi cácia, segundo a Associação Americana de Psiquiatria, é a terapia de intervenção comportamental. O tratamento para autismo é personalizado e interdisciplinar. Além da psicologia, pacientes podem se benefi ciar com fonoaudiologia, terapia ocupacional, entre outros, conforme a necessidade de cada autista. Na escola, um mediador pode trazer grandes benefícios no aprendizado e na interação social. Alguns sintomas como irritabilidade, agitação, autoagressividade, hiperatividade, impulsividade, desatenção, insônia e outros podem ser tratados com medicamentos, que devem ser prescritos por um médico. Dentre os medicamentos indicados, a risperidona, que é da classe dos antipsicóticos atípicos, é o mais comum. Em 2007, a ONU declarou todo 2 de abril como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, quando cartões-postais do mundo todo se iluminam de azul (cor escolhida por haver, em média, 4 homens para cada mulher com TEA). O símbolo do autismo é o quebra- -cabeça, que denota sua diversidade e complexidade. O dia 18 de junho é o Dia do Orgulho Autista (simbolizado pelo infinito nas cores do espectro do arco-íris), considerando o autismo como identidade, uma característica da pessoa — data celebrada originalmente em 2004, pela organização Aspies for Freedom (EUA). Consulta médica Veja a seguir alguns sinais de autismo. Apenas três deles numa criança de um ano e meio já justificam uma consulta a um médico neuropediatra ou a um psiquiatra da infância e da juventude. Testes como o M-CHAT (com versão em português) estão disponíveis na internet para serem aplicados por profissionais.