quarta-feira, 30 de junho de 2021

As causas do autismo são majoritariamente genéticas.

 As causas do autismo são majoritariamente genéticas. Confirmando estudos recentes anteriores, um trabalho científico de 2019 demonstrou que fatores genéticos são os mais importantes na determinação das causas (estimados entre 97% e 99%, sendo 81% hereditário), além de

fatores ambientais (de 1% a 3%) ainda controversos, que também podem estar associados como, por exemplo, a idade paterna avançada ou o uso de ácido valpróico na gravidez. Existem atualmente (março/2021) 1.003 genes já mapeados e sendo estudados como possíveis fatores de risco para o transtorno — sendo.




Gráfico de prevalência de autismo nos EUA, com dados bianuais do CDC – CDC (Centro de Controle de Doenças e Prevenção do governo norte-americano)


Tratamento e sinais

Alguns sinais de autismo já podem aparecer a partir de um ano e meio de idade, até mesmo antes em casos mais graves. Há uma grande importância de se iniciar o tratamento o quanto antes — mesmo que ainda seja apenas uma suspeita clínica, ainda sem diagnóstico fechado —, pois quanto antes comecem as intervenções, maiores são as possibilidade de melhorar a qualidade de vida da pessoa. O tratamento psicológico com mais evidência de eficácia, segundo a Associação Americana de Psiquiatria, é a terapia de intervenção comportamental — aplicada por psicólogos. A mais usada delas é o ABA (sigla em inglês para Applied Behavior Analysis — em português, análise aplicada do comportamento). O tratamento para autismo é personalizado e interdisciplinar, ou seja, além da psicologia, pacientes podem se beneficiar com intervenções de fonoaudiologia, terapia ocupacional, entre outros profissionais, conforme a necessidade de cada autista. Na escola, um mediador pode trazer grandes benefícios, no aprendizado e na interação social.

Alguns sintomas como irritabilidade, agitação, autoagressividade, hiperatividade, impulsividade, desatenção, insônia e outros podem ser tratados com medicamentos, que devem ser prescritos por um médico. Dentre os medicamentos indicados a risperidona, que é da classe dos antipsicóticos atípicos, é o mais comum deles.







terça-feira, 22 de junho de 2021

QUAL A IMPORTÂNCIA DA PSICOMOTRICIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL E PARA APRENDIZAGEM?

 


Nos movimentos das crianças se articula toda sua afetividade, desejos e suas possibilidades de comunicação. O que é psicomotricidade? Sua definição. No princípio, a psicomotricidade era utilizada apenas na correção de alguma debilidade, dificuldade, ou deficiência. ainda está em formação, já que à medida que avança e é aplicada, vai-se estendendo a distintos e variados campos


Hoje, vai mais longe: a psicomotricidade ocupa um lugar importante no desenvolvimento infantil, sobretudo na primeira infância, em razão de que se reconhece que existe uma grande interdependência entre os desenvolvimentos motores, afetivos e intelectuais. A psicomotricidade é a ação do sistema nervoso central que cria uma consciência no ser humano sobre os movimentos que realiza através dos padrões motores, como a velocidade, o espaço e o tempo.

A psicomotricidade, como estimulação aos movimentos da criança, tem como meta:

- Motivar a capacidade sensitiva através das sensações e relações entre o corpo e o exterior (o outro e as coisas).

- Cultivar a capacidade perceptiva através do conhecimento dos movimentos e da resposta corporal.

- Organizar a capacidade dos movimentos representados ou expressos através de sinais, símbolos, e da utilização de objetos reais e imaginários.

- Fazer com que as crianças possam descobrir e expressar suas capacidades, através da ação criativa e da expressão da emoção.

- Ampliar e valorizar a identidade própria e a auto-estima dentro da pluralidade grupal.

- Criar segurança e expressar-se através de diversas formas como um ser valioso, único e exclusivo.

- Criar uma consciência e um respeito à presença e ao espaço dos demais.

Considerando-se que  na primeira infância existe uma forte correlação entre os desenvolvimentos motores e intelectuais, e de suma importância  a estimulação do desenho infantil , que representa seu primeiro “tesouro” expressivo, que muito  irá contribuir para o desenvolvimento infantil e consequentemente para a construção  de sua linguagem / aprendizagem.

O desenho é uma atividade espontânea e como tal, deve-se respeitá-la e considerá-la como a grande obra das crianças. Se a criança tem vontade de desenhar, anime-a sempre que o faça. O ideal seria que todas as crianças pudessem ter, desde cedo, algum contato com o lápis e o papel. Começarão com rabiscos e logo estarão desenhando formas mais reconhecíveis. Quanto mais a criança desenhar, ela se aperfeiçoará, e mais benefícios se notará no seu desenvolvimento. O desenho facilita e faz evoluir a criança na:

- psicomotricidade fina;
- Aprendizagem  ( leitura e escrita);
- confiança en si mesma;

-exteriorização de suas emoções, sentimentos e sensações;
- comunicação com os demais e consigo mesma
- criatividade
- formação da sua personalidade
- maturidade psicológica

A Psicomotricidade contribui de maneira expressiva para a formação e estruturação do esquema corporal e tem como objetivo principal incentivar a prática do movimento em todas as etapas da vida de uma criança. Por meio das atividades, as crianças, além de se divertirem, criam, interpretam e se relacionam com o mundo em que vivem. Por isso, cada vez mais os educadores recomendam que os jogos e as brincadeiras ocupem um lugar de destaque no programa escolar desde a Educação Infantil.

A Psicomotricidade nada mais é que se relacionar através da ação, como um meio de tomada de consciência que une o ser corpo, o ser mente, o ser espírito, o ser natureza e o ser sociedade. A Psicomotricidade está associada à afetividade e à personalidade, porque o indivíduo utiliza seu corpo para demonstrar o que sente.
Vitor da Fonseca (1988) comenta que a "PSICOMOTRICIDADE" é atualmente concebida como a integração superior da motricidade, produto de uma relação inteligível entre a criança e o meio.

Na Educação Infantil, a criança busca experiências em seu próprio corpo, formando conceitos e organizando o esquema corporal. A abordagem da Psicomotricidade irá permitir a compreensão da forma como a criança toma consciência do seu corpo e das possibilidades de se expressar por meio desse corpo, localizando-se no tempo e no espaço. O movimento humano é construído em função de um objetivo. A partir de uma intenção como expressividade íntima, o movimento transforma-se em comportamento significante. É necessário que toda criança passe por todas as etapas para o desenvolvimento da linguagem.

O trabalho da educação psicomotora com as crianças deve prever a formação de base indispensável em seu desenvolvimento motor, afetivo e psicológico, dando oportunidade para que por meio de jogos, de atividades lúdicas, se conscientize sobre seu corpo. Através da recreação a criança desenvolve suas aptidões perceptivas como meio de ajustamento do comportamento psicomotor.Para que a criança desenvolva o controle mental de sua expressão motora, a recreação deve realizar atividades considerando seus níveis de maturação biológica. A recreação dirigida proporciona a aprendizagem das crianças em várias atividades esportivas que ajudam na conservação da saúde física, mental e no equilíbrio sócio-afetivo.

Segundo Barreto (2000), “O desenvolvimento psicomotor é de suma importância na prevenção de problemas da aprendizagem e na reeducação do tônus, da postura, da direcional idade, da lateralidade e do ritmo”. A educação da criança deve evidenciar a relação através do movimento de seu próprio corpo, levando em consideração sua idade, a cultura corporal e os seus interesses. A educação psicomotora para ser trabalhada necessita que sejam utilizadas as funções motoras, perceptivas, afetivas e sócio-motoras, pois assim a criança explora o ambiente, passa por experiências concretas, indispensáveis ao seu desenvolvimento intelectual, e é capaz de tomar consciência de si mesma e do mundo que a cerca.

Bons exemplos de atividades físicas são aquelas de caráter recreativo, que favorecem a consolidação de hábitos, o desenvolvimento corporal e mental, a melhoria da aptidão física, a socialização, a criatividade; tudo isso visando à formação da sua personalidade.

SUGESTÕES DE EXERCÍCIOS PSICOMOTORES: engatinhar, rolar, balançar, dar cambalhotas, se equilibrar em um só pé, andar para os lados, equilibrar e caminhar sobre uma linha no chão e materiais variados (passeios ao ar livre), JOGOS E BRINCADEIRAS ( dedoches, encaixe de formas;lego,Banho de bonecas.Campo de futebol;bola. Etc;...)

Pode-se afirmar, então que a PSICOMOTRICIDADE ESTÁ INTEIRAMENTE LIGADA AO AO DESENVOLVIMENTO INFANTIL E AO PROCESSO DE APRENDIZAGEM!

BIBLIOGRAFIA:

VIANA, Adalberto Riqueira. VIANA, Eliana. MELO, Waléria de. Coordenação Psicomotora, Volume I. NEGRINE, Airton. Aprendizagem e Desenvolvimento Infantil. Prodil. Vol. 3. Corpo na Educação Infantil. EUCS. Caxias do Sul, 2002. Educação Psicomotora. Editora Pallotti. 1ª edição, Porto Alegre, 1968.

FERREIRA,Carlos Alberto; LOVISE .Psicomotricidade /da educação infantil a gerontologia;ano 2000

MATTOS,vera , KABARITE,Aline ; Perfil psicomotor / um olhar para além do desempenho/Coleção resumido /Ed.RIO/2005/ Universidade Estácio de Sá

PSICOMOTRICIDADE⭐ Espaço Mais ⭐

terça-feira, 8 de junho de 2021

Piaget e a Educação Infantil: a construção do aprendizado....

 


Qual a relação de Piaget e a Educação Infantil?

 

Piaget contribuiu muito para as práticas educativas com suas pesquisas sobre o desenvolvimento humano, como os estágios do conhecimento e a construção da moralidade. A partir deles entendemos a lógica existentes nos erros, assim como compreendemos que o aprendizado surge por meio da ação, a forma do ser humano conhecer o mundo é um dos assuntos apresentados por Jean Piaget em seus estudos com crianças.


O cientista suíço Jean Piaget realizou muitas pesquisas que o fizeram tornar-se um teórico muito utilizado na área da educação. Em suas pesquisas demonstrava interesse na construção do conhecimento, buscando compreender como uma pessoa passava de um grau de conhecimento menor para um grau, chegando à conclusão de que o aprendizado é construído, disso temos o nome construtivismo para a sua abordagem teórica.

 

É importante enfatizar que Piaget não criou um método de ensino, mas sim uma teoria sobre a construção do conhecimento. Becker aponta que:

 

“Construtivismo não é uma prática ou um método; não é uma técnica de ensino, nem uma forma de aprendizagem; não é um projeto escolar; é, sim, uma teoria que permite (re)interpretar todas essas coisas, jogando-nos para dentro do movimento da História da Humanidade e do Universo” (p.89).

 

 

A  pesquisa de Piaget tem grande relevância na área da educação escolar, já que o trabalho com o conhecimento é pilar da escola. Desta maneira, nos cabe apresentar e discutir alguns conceitos desta abordagem teórica que contribuirão para o nosso trabalho pedagógico.



O primeiro ponto para iniciar a discussão é a compreensão de que nesta abordagem o sujeito não nasce predeterminado como sugere algumas teorias, o suíço nos mostra que o ser humano nasce com uma bagagem hereditária que, juntamente com a sua interação no meio social, se desenvolverá.

 

Tendo em vista que o construtivismo trata-se de uma teoria do conhecimento, Jean Piaget apresenta o conceito e um esquema como sendo as ferramentas do pensamento, a partir disso a construção do conhecimento acontecerá por meio de três processos: ASSIMILAÇÃO, ACOMODAÇÃO E EQUILÍBRIO.

 

  • ASSIMILAÇÃO: interpretar o mundo por meio dos esquemas já existentes;

  • ACOMODAÇÃO: quando há modificação nos esquemas já formados;

  • EQUILIBRAÇÃO: estabilidade da organização mental.

 

Tendo estes três conceitos como base, compreende-se que o construir o conhecimento é buscar um estado de equilíbrio formando e organizando esquemas cada vez mais elaborados.

 

Mas afinal, que implicações isto trará ao nosso trabalho pedagógico?

 

Baseado nestes três processos, Piaget mostra que o desenvolvimento da inteligência acontece em sequências – também conhecido como estágios, em que para cada estágio há uma forma de construir o conhecimento. O trabalho do professor estará em compreender os estágios que seus alunos estão e criar propostas para contemplar a construção deste conhecimento.


Os estágios do desenvolvimento organizados por Piaget

 

Estágio Sensório motor – Piaget (0 a 24 meses)

 

Neste estágio predomina uma inteligência prática, na qual a criança busca conhecer o mundo que o cerca por meio de suas características físicas. Algumas características predominantes neste estágio são:

 

  • Uso de reflexos inatos (sucção, visão, audição, fonação, preensão);
  • Reflexo de moro: jogar a cabeça para trás e abrir as pernas e braços quando está desequilibrado ou assustado (até os 3 meses);
  • Reações circulares primárias: repete o ato até que seja aprendido e torne-se natural (agarrar, direção do som, produzir e imitar sons, sentar e inclinar o corpo para pegar objetos). Isso acontece com crianças de 1 a 4 meses;
  • Reações circulares secundárias: crianças de 4 a 8 meses agindo sobre os objetos, desta forma o aprendizado progride quando ela conhece o próprio corpo. Os professores neste estágio precisam oferecer objetos que ela possa manipular;
  • Coordenação de esquemas secundário: relação entre meios e fins (apoiar na parede para pegar algo, ou tentar se mover);
  • Reações circulares terciárias: (12 a 18 meses) embora não falem, se expressam através de movimentos, sons e ritmos;
  • Combinações mentais: invenção de novos meios através da representação mental.

Estágio Pré operatório – Piaget (2 a 7 anos)

 

Nesta fase temos o início da construção dos esquemas simbólicos, dentre eles a linguagem passa a desenvolver-se. A criança começa a ter uma visão do mundo egocêntrica e centrada no seu ponto de vista. Temos o predomínio de algumas características como:

• A utilização da inteligência e do pensamento (assimilação, acomodação e equilibração);

• Aparecimento da linguagem;

• Socialização;

• Jogo simbólico (faz de conta);

• Atribui significado aos desenhos;

• Linguagem egocêntrica (monólogos);

• Pensamento intuitivo para resolver problemas (a partir dos 4 anos);

• Animismo (dar características humanas aos seres inanimados);

• Realismo (fantasiar a realidade);

• Desenvolvimento moral: heterônomo.


Estágio Operatório concreto – Piaget (7 a 11 anos)

 

É o estágio em que há o nascimento das operações (lógico – matemática). A criança consegue compreender a partir do concreto algumas abstrações como os números e as próprias relações sociais.

 

 

Estágio Operatório formal – Piaget (11 até o fim)

 

Neste estágio o conhecimento já acontece a partir das hipóteses, tendo o operatório concreto e operatório formal como fases em que a criança passa a estabelecer relações e percebe pontos de vista diferente do seu, com isso ela inicia a realização de operações mentais.

 

As operações matemáticas começam a desenvolver-se, sendo possível haver a compreensão de noções como tempo, espaço, velocidade, peso, etc.
A partir dos 12 anos, seu raciocínio se dá por meio das hipóteses, possibilitando a construção de valores morais como a autonomia. O sujeito também tem seu conhecimento ampliado demonstrando mais interesse em assuntos diversos.
Com o conhecimento dos estágios de desenvolvimento da inteligência, a escola tem por função promover experiências que desafiem os alunos a fim de provocar desequilíbrios e reequilíbrios e com isso possibilitarem a construção do conhecimento.

 

 

 

Piaget e a Educação Moral

 

Outro conceito de grande relevância abordado por Piaget é a respeito da moral. Quando falamos em moral fazemos referência ao modo como eu devo ou não ser ou agir perante o outro. Da mesma maneira que o autor discute sobre o conhecimento ser construído por estágios, a moral também evolui, sendo seus três estágios: anomia, heteronomia e autonomia.

 

estágio de anomia refere-se ao período do nascimento, em que a criança encontra-se fora do universo das regras e leis sociais.

 

Já o estado de heteronomia refere-se ao desenvolvimento da moral, na qual é iniciado pelo respeito e obediência que a criança tem pelos pais de forma unilateral. A autoridade sempre estará na outra pessoa, não há reflexão do porquê agir de determinada maneira, o outro será sempre o parâmetro para as minhas ações. Este outro pode ser o chefe, o professor, um juiz… Enfim, alguém que tenha papel de autoridade.

 

estágio da autonomia tem por base o respeito mútuo, a responsabilidade e as relações baseadas na reciprocidade, ou seja, colocar-se no ponto de vista do outro.

 

Trazendo estes estágios para o campo da educação infantil, Vinha (1999) afirma que:

“Para a criança, a construção da inteligência se dá a partir da interação com o meio. O mesmo vale para a moralidade. A construção dos valores, o desenvolvimento moral, se dá a partir da interação da criança com pessoas e situações. Não existe moral sem o outro. A moral, necessariamente, envolve o outro, porque se refere a regras, a normas, como as pessoas devem agir perante o outro. A construção dos valores se dá a partir das experiências com o outro”  (p.18).

 

Desta maneira, podemos afirmar que o professor é entendido como um modelo para a criança, que irá aprender na interação com este e seus pares como ser/agir. Ela aprenderá mais a partir dos atos daqueles com quem interage do que do que lhe é transmitido de forma oral.

 

É importante que a sala de aula seja pautada num ambiente democrático, proporcionando a tomada de decisões dos alunos. Os trabalhos em grupos também propiciam discussões e percepção do ponto de vista do outro.


As relações estabelecidas em sala de aula, permitirão que a educação moral seja em prol da heteronomia do sujeito quanto para sua autonomia. É preciso estabelecer relações que sejam fundamentadas num ambiente de cooperação e pautadas na reciprocidade, levando as crianças a refletirem sobre o motivo de suas ações.

 

 

Referências

BECKER, Fernando. O que é construtivismo. Disponível em: http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_20_p087-093_c.pdf. Acesso em 10 de Nov de 2016.

VINHA, Telma Pileggi. O educador e a moralidade infantil numa perspectiva construtivista. Revista do Cogeime nº 14 , Julho, 1999.


Desenvolvimento Motor...Psicomotricidade

 👉 Principalmente quando falamos de reeducação ou estimulação da educação psicomotora, um conceito muito importante dentro da Psicomotricidade é a Lei do Céfalo Caudal e do Próximo Distal.


O desenvolvimento humano ocorre da cabeça para os pés e por isso é muito importante que, no momento em que forem realizadas quaisquer tipos de atividade de estimulação que faça referência ao corpo, os movimentos devem ser feitos dessa forma: de cima para baixo (céfalo caudal) e do centro para as extremidades (próximo distal). 😊

O movimento psicomotor se dá do tronco para o ombro, braços e mãos. Se uma criança que possui problema de coordenação motora vai passar por atividades para o desenvolvimento dessa habilidade, deve-se trabalhar inicialmente o tronco, para depois os ombros, braços, cotovelos, pulsos para, enfim, chegar às mãos. 🧠

Deixa nos comentários o que você achou desse conteúdo! 🤩

FONTE: Fonseca, 2004

Na Piscina e MAIS LEGAL ! Espaço mais Natação e psicomotricidade .Lins -SP