segunda-feira, 31 de agosto de 2020
sábado, 29 de agosto de 2020
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
10 princípios dos Direitos da Criança.

Todas crianças devem ser amparadas por direitos fundamentais destinados a garantir sua proteção e pleno desenvolvimento como indivíduos.
Para isso, a criança deve ser considerada como prioridade e deve ter acesso a direitos como: saúde, alimentação, educação, dignidade, segurança, bem-estar e convívio familiar e social.
Os princípios que são a base dos direitos das crianças foram definidos na Declaração Universal dos Direitos das Crianças, aprovada pelas Nações Unidas no ano de 1959.
Reforçam a ideia de que as medidas de proteção devem priorizar os interesses e necessidades das crianças. Conheça um pouco mais sobre cada um deles:
1. Todas as crianças devem ter seus direitos garantidos.
Este primeiro princípio assegura que todas crianças devem receber assistência e garantia dos direitos determinados pelas Nações Unidas, com base na Declaração Universal dos Direitos da Criança.
Determina que isso deve acontecer independentemente de qualquer tipo de discriminação (como cor, sexo, etnia, nacionalidade, opinião política, condição financeira ou religião). Isto é, as crianças devem ter seus direitos garantidos, livres das consequências de qualquer ato de exclusão.
2. A criança será protegida e terá direito ao pleno desenvolvimento.
Este princípio menciona o direito de proteção especial da criança para garantir seu "desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social". Ela deve ser mantida segura e ter acesso a oportunidades e serviços que possam ajudá-la em seu processo de desenvolvimento como ser humano.
Além disso, o princípio estabelece que estes serviços devem ser determinados por leis e oferecidos em condições que possibilitem liberdade e ambiente digno para as crianças.
3. Crianças têm direito a nome e nacionalidade.
Este princípio garante que toda as crianças, desde o momento de seu nascimento, têm direito a receber um nome e a atribuição de uma nacionalidade.
Tanto o registro do nome, como a alegação da nacionalidade, são responsabilidade dos pais ou dos responsáveis legais pela criança.
4. Toda criança tem direito à alimentação, lazer e assistência médica.
Este princípio assegura que a toda criança tem direito à assistência da Previdência Social, além de boa alimentação, moradia, lazer e cuidados médicos adequados, pois são indispensáveis ao desenvolvimento saudável e digno.
Estes direitos de assistência valem tanto para criança, quanto para mãe, inclusive durante e após a gestação, como nos casos de realização de exames pré-natal e prestação de acompanhamento após o parto.
Conheça mais sobre a Previdência Social.
5. Toda criança portadora de necessidades especiais terá direito a atendimento adequado.
Este princípio é voltado para que as necessidades de crianças que tenham alguma necessidade especial ou dificuldade sejam atendidas. Elas têm direito a cuidados e acesso a tratamentos adequados, além de ter direito à educação.
As crianças que sofrem algum tipo de dificuldade social por suas necessidades especiais devem ter acesso a oportunidades para que possam ser incluídas na sociedade, levando-se em conta as particularidades da situação de cada uma.
Leia também sobre a inclusão social.
6. Toda criança precisa de amor e compreensão.
O princípio menciona que toda criança precisa e deve receber amor e compreensão tanto por parte dos pais, dos seus responsáveis e da sociedade.
Por estar em fase de desenvolvimento, a criança necessita dessa atenção especial para que ela cresça de maneira plena e harmoniosa, sentindo-se segura e com o amparo necessário dos pais e responsáveis.
Esse princípio também determina que, em regra, crianças não devem ser separadas de suas mães, o que deve acontecer apenas em situações de exceção.
7. Toda criança tem direito a receber educação.
Este princípio aborda a garantia do direito à educação e ao lazer infantil. Determina que a educação oferecida deve ser gratuita, no mínimo nos graus iniciais. O principal objetivo é garantir a igualdade de acesso e de oportunidades educativas para todas as crianças.
A educação oferecida deve cumprir requisitos que permitam o desenvolvimento de suas aptidões e de sua cultura, além de estimular o senso crítico e as responsabilidades.
A criança deve ser exposta a ensinamentos e aprendizados através de dinâmicas lúdicas, voltadas à sua idade e nível de aprendizado.
8. A criança deve ser a primeira a receber proteção.
Este princípio estabelece o direito da criança de receber proteção e socorro em primeiro lugar (em acidentes, desastres ou calamidades, por exemplo).
Isso significa que, em quaisquer situações que representem risco, as crianças devem ser as primeiras pessoas protegidas.
9. As crianças devem ser protegidas de crueldade e exploração.
Neste princípio existe a garantia de que crianças devem ser protegidas contra qualquer tipo de abandono ou de exploração, como acontece em casos de exploração do trabalho infantil.
Crianças não podem ser forçadas a fazer qualquer trabalho ou atividade que traga prejuízos à sua saúde ou dificulte sua educação.
Da mesma maneira, não podem ser envolvidas em atividades que as coloquem em risco e causem danos ao desenvolvimento físico, mental ou moral.
10. Toda criança tem direito à proteção contra atos de discriminação.
O último princípio determina que as crianças devem ser protegidas da exposição a qualquer tipo de discriminação ou de exclusão, pois elas têm direito a viver em uma sociedade pautada em valores de solidariedade, paz, compreensão e tolerância.
Ela deve ser protegida de todos os atos que incentivem preconceitos e discriminações, sejam raciais, religiosas ou de qualquer outra espécie.
Para saber mais sobre direitos, veja também o significado de direitos humanos e conheça a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Direitos da criança no Brasil
No Brasil, os direitos das crianças estão amparados pela lei n.º 8.069/1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A lei prevê medidas para garantir condições de vida saudáveis e dignas para crianças (até 12 anos) e para adolescentes (até 18 anos).
Também contém determinações a respeito de atos infracionais cometidos por crianças e adolescentes, além de medidas protetivas e socioeducativas que podem ser aplicadas nessas situações.
Significado de Psicomotricidade...

O que é Psicomotricidade:
Psicomotricidade é a ciência que estuda o homem através do seu corpo em movimento e em relação ao seu mundo interior e exterior, podendo ser definida como a capacidade de determinar e coordenar mentalmente os movimentos corporais.
A palavra "psicomotricidade" vem do termo grego psiché = alma e do verbo latino moto = mover frequentemente, agitar fortemente.
A psicomotricidade está relacionada com o processo de maturação, no qual o corpo é a origem das aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas, sendo sustentada pelo movimento, intelecto e afeto.
É a capacidade psíquica de realizar movimentos, através da atividade psíquica que transforma a imagem para a ação em estímulos para os procedimentos musculares adequados.
Pode-se assim dizer que a psicomotricidade é um termo usado para uma concepção de movimento organizado e integrado, de acordo com as experiências vividas pelo sujeito cuja ação é o resultado da sua individualidade, linguagem e socialização.
No início, a psicomotricidade fixava-se apenas no desenvolvimento motor. Depois, estudou a relação entre o desenvolvimento motor e intelectual da criança e só agora estuda a lateralidade, a estruturação espacial, a orientação temporal e as suas relações com o desenvolvimento intelectual da criança.
Psicomotricidade na Educação Infantil
A educação psicomotora é uma educação global que associa as potencialidades intelectuais, afetivas, sociais e motoras da criança, dando-lhe segurança, equilíbrio e permitindo o seu desenvolvimento, organizando corretamente as suas relações com os diferentes meios em que deve evoluir.
Refere-se a uma formação de base indispensável a toda a criança, seja ela normal ou com problemas, pois responde a uma dupla finalidade: assegurar o desenvolvimento funcional, tendo em conta as possibilidades da criança, e ajudar sua afetividade a expandir-se e a equilibra-se através do intercambio com o ambiente humano.
É ação pedagógica que tem como objetivo principal o desenvolvimento motor e mental da criança, com a finalidade de levá-la a dominar o próprio corpo e a adquirir uma inibição voluntária, propõe, tem no movimento espontâneo, sua diretriz fundamental, pois, em qualquer movimento, existe um condicionante afetivo que determina um comportamento intencional.
Acredita-se que é sempre uma ação motriz, por menos que seja que regula o aparecimento e o desenvolvimento das formações mentais, é pelo aspecto motor que a criança estabelece os primeiros contatos com a linguagem socializada.
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
terça-feira, 25 de agosto de 2020
segunda-feira, 24 de agosto de 2020
QUANTAS CALORIAS SÃO GASTAS EM UMA AULA DE NATAÇÃO?
5 dicas para nadar com saúde.
Já pensou em incluir a natação como atividade física regular em seu dia a dia? Além de ser considerada um esporte completo, a natação também se destaca por ser uma prática de baixo impacto. O que, consequentemente, oferece um menor risco quanto ao desenvolvimento de lesões. Mas isso não significa que você pode começar a nadar de uma hora para outra, sem tomar nenhum cuidado. Desta forma, conversamos com a profissional de educação física, Manuela Dias Vieira, e selecionamos algumas dicas para você aproveitar todos os benefícios do esporte com saúde e segurança. Confira!
5 dicas para nadar com saúde
1. Orientação Profissional
A prática de toda e qualquer atividade física deve ter o acompanhamento de um especialista, objetivando o seu melhor aproveitamento de acordo com o ritmo de possibilidades de cada um. “A natação é um esporte que, teoricamente, não possui impacto, já que a água reduz em até 70% o peso corporal. Porém, o uso repetitivo e exagerado dos membros superiores pode acarretar em Lesões por Esforço Repetitivo (LER),” alerta Manuela. “Além disso, todo esporte tem seu risco de lesão, se for realizado incorretamente. Desta forma, é de suma importância que a prática conte com a orientação e a supervisão do profissional de educação física em qualquer idade”, reitera a profissional.
2. Higiene
Para praticar a natação, existe uma recomendação básica de higiene: passar pela ducha antes de entrar na água. Também se recomenda evitar o uso de cremes de cabelo, óleos e hidratantes corporais antes de pular na água. Outro ponto importante é o uso do chinelo de borracha para circular na área da piscina, evitando levar a sujeira para a água, além de ajudar a prevenir acidentes.
3. Alongamento e Aquecimento
Sempre, antes de iniciar a prática, é importante realizar alongamentos que priorizam os grandes grupos musculares e exercícios para aquecer as grandes articulações. Já o aquecimento deve ser feito na água e de forma lenta, para que o sistema cardiorrespiratório comece a sentir os primeiros efeitos da atividade física.
4. Equipamentos Básicos
Recomenda-se o uso de roupas de banho adequadas, tais como o maiô “nadador” para mulheres, e a sunga para os homens. Além disso, o uso de acessórios como touca e óculos de mergulho também são fundamentais, pois auxiliam a prática do exercício, melhorando o campo de visão sem irritar os olhos.
5. Alimentação
Apesar de ser uma prática de baixo impacto, nadar exige muita energia! Por isso, e para garantir um melhor desempenho e recuperação, antes e depois da prática, é essencial cuidar da alimentação e montar um cardápio saudável. Afinal, cerca de 30 a 60 minutos antes de nadar é preciso fazer uma alimentação leve e rica em nutrientes. O mais indicado é o consumo de frutas, verduras e legumes que possam garantir energia para praticar a atividade com sucesso. Já depois de nadar, o ideal é consumir alimentos ricos em proteínas, que auxiliam na recuperação dos músculos.
COMO A NATAÇÃO AJUDA VOCÊ A CORRER MELHORO treino na piscina fortalece o corpo inteiro, auxilia na recuperação muscular e contribui para o ganho de resistência aeróbica.

Nem só de treinos de corrida vive um corredor. Se você quer aumentar sua performance, investir em outras modalidades pode ajudar bastante. Isso porque, praticar diferentes atividades melhora seu condicionamento ao mesmo tempo em que dá uma “folga” para o corpo, já que os músculos e articulações são exigidos de outra maneira. E uma das melhores opções para isso é a natação. Entenda os motivos e como encaixar os treinos na piscina em sua planilha.
Fôlego de sobra
Assim como a corrida, a natação é uma atividade física aeróbica. Ou seja, para realizá-la, o organismo usa o oxigênio como principal fonte de energia. “O esporte aquático desenvolve o condicionamento cardiorrespiratório e tem como um dos principais benefícios o ganho de resistência”, explica Ademir Paulino, diretor e treinador da assessoria esportiva que leva seu nome.
Outra vantagem da modalidade é que ela tem pouco impacto. Portanto, o risco de lesão é baixo. A água ainda quebra a tensão muscular e tem um efeito massageador, o que contribui para a recuperação dos treinos de corrida.
O fortalecimento muscular também é garantido e o tradicional nado Crawl é o mais indicado para quem quer evoluir nas pistas. Além das pernas, ele trabalha braços, costas e abdome – regiões importantes para melhorar a biomecânica e a postura na corrida.
MAIS
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17 nutrientes essenciais para quem corre
Como incluir na rotina
Para obter os benefícios trazidos pela natação, Ademir Paulino sugere que os corredores realizem pelo menos duas sessões semanais de treinos na piscina, com duração de 45 minutos a uma hora. “Para quem faz longões no final de semana, incluir a natação no início da semana é uma boa, já que ela age como uma recuperação ativa”, recomenda Paulino.
Por não ter impacto, o esporte aquático contribui também com atletas lesionados que não podem correr. “Tive uma torção no tornozelo há pouco tempo e estou fazendo natação para não perder o condicionamento”, afirma Ademir Paulino.
Posso trocar a musculação pela natação?
Apesar de trabalhar a musculatura do corpo inteiro, não é recomendado substituir a musculação pelo treino na piscina. O enfoque das atividades são bem diferentes e, mesmo para os corredores que nadam, os exercícios de força continuando sendo essenciais para proteger o corpo do impacto das passadas.
domingo, 23 de agosto de 2020
sábado, 22 de agosto de 2020
sexta-feira, 21 de agosto de 2020
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
Entenda a relação entre covid-19, exercício físico e resposta imunológica...

Paola Machado
Colunista do UOL
19/08/2020 04h00
Sabemos o quão importante é a prática esportiva para a saúde e muitos estudos investigam a relação entre o exercício e a resposta imunológica do organismo —atualmente, pelas preocupações com a covid-19, a imunologia, que sempre foi essencial, tornou-se motivo ainda maior de discussão. No entanto, a intensidade/duração adequada de exercícios ainda não foi estabelecida e as opiniões divergem.
O que sabemos é que é preciso equalizar e encontrar um equilíbrio para que se estabeleça um ponto ótimo de aproveitamento do treino. Dessa forma, o sistema imunológico tem como sua principal função proteger o organismo de agentes estressores e não podemos nos esquecer de que o exercício físico, tanto de maneira aguda como crônica, causa um nível de estresse de maneira proporcional à sua intensidade e duração.
Então é esperado que as células do sistema imunológico respondam ao exercício também de acordo com o estímulo que lhe foi dado, assim como esta resposta pode sofrer uma adaptação em um indivíduo que tem o hábito de se exercitar com frequência. No início do exercício, a homeostase é interrompida e várias respostas neuroendócrinas, metabólicas e imunológicas são induzidas em proporção à intensidade e duração do exercício —as células imunológicas como leucócitos, células T, células B, células natural killer, imunoglobulinas e citocinas, mudam constantemente durante e após o exercício e podem influenciar na resistência do corpo às doenças. Assim, tanto o número quanto a função dos li... - Veja mais em https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/paola-machado/2020/08/19/covid-19-exercicio-e-imunologia.htm?fbclid=IwAR28xaQh42mGuiHWj9LUWqHscbIluhJRw1Bgtr7cCdyoX8Cq70CwHi6foWU&cmpid=copiaecola




















































